{"id":88071,"date":"2024-11-22T15:41:52","date_gmt":"2024-11-22T18:41:52","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=88071"},"modified":"2024-11-22T15:41:53","modified_gmt":"2024-11-22T18:41:53","slug":"desigualdade-racial-persiste-no-mercado-de-trabalho-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/novoportal\/desigualdade-racial-persiste-no-mercado-de-trabalho-brasileiro\/","title":{"rendered":"Desigualdade racial persiste no mercado de trabalho brasileiro"},"content":{"rendered":"<div id=\"dslc-theme-content\"><div id=\"dslc-theme-content-inner\">\n<p>Mulheres negras enfrentam taxas de desemprego mais que o dobro das de homens n\u00e3o negros, enquanto negros s\u00e3o maioria entre trabalhadores resgatados de condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Nesta quarta-feira (20\/11), comemoraremos o Dia da Consci\u00eancia Negra. Pela primeira vez, a data ser\u00e1 celebrada como feriado nacional, medida que foi sancionada pelo presidente Lula em dezembro de 2023. Anteriormente, a data era comemorada em alguns munic\u00edpios e estados. O Dia, que remete ao marco da morte do l\u00edder do Quilombo dos Palmares - um dos maiores lutadores contra a escraviza\u00e7\u00e3o negra no pa\u00eds, \u00e9 um momento para refletir sobre o \u00e1rduo caminho que ainda precisamos percorrer em dire\u00e7\u00e3o a uma sociedade mais justa e igualit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Permiss\u00e3o legal para a escraviza\u00e7\u00e3o de pessoas humanas acabou, mas a exclus\u00e3o fruto do racismo ainda impacta a inser\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra no mercado de trabalho. O pa\u00eds amarga uma taxa de desemprego mais alta para a popula\u00e7\u00e3o negra, principalmente, para as mulheres negras. A exclus\u00e3o do mercado de trabalho leva esses trabalhadores a exercerem atividades precarizadas e at\u00e9 em condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o. Levantamento de dados do seguro-desemprego para pessoas resgatadas em condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o, de 2002 a 2024, mostram que 66% dos trabalhadores que recebam o benef\u00edcio s\u00e3o negros.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os dados da Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (RAIS) do 2\u00ba trimestre de 2024, do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, apontam que as mulheres negras s\u00e3o as mais prejudicadas no mercado de trabalho. Elas t\u00eam o dobro do desemprego dos homens n\u00e3o negros.&nbsp; Segundo a RAIS, no 2\u00ba trimestre de 2024, havia 7,5 milh\u00f5es de desocupados e a taxa de desemprego m\u00e9dia \u00e9 de 6,9%. Para os homens n\u00e3o negros, \u00e9 de 4,6% e 10,1% para as mulheres negras.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs mulheres negras est\u00e3o concentradas nas ocupa\u00e7\u00f5es na base da pir\u00e2mide, principalmente, em servi\u00e7os dom\u00e9sticos, de limpeza, servi\u00e7os de alimenta\u00e7\u00e3o.&nbsp; Elas ainda ocupam as vagas que pagam menos de remunera\u00e7\u00e3o salarial\u201d, ressalta a subsecret\u00e1ria de Estat\u00edstica e Estudos do Trabalho do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego, Paula Montagner.&nbsp; A realidade dos negros, principalmente, das mulheres negras ainda \u00e9 marcada por grandes desafios, como a igualdade de oportunidades no mundo do trabalho e o combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o.&nbsp; \u201cEles ainda enfrentam a dura realidade de viver numa sociedade estruturalmente racista. A cor da pele continua limitando o acesso a postos de trabalho com uma remunera\u00e7\u00e3o melhor\u201d, argumenta Paula.<\/p>\n\n\n\n<p>Paula ressalta que as mulheres foram as que mais sofreram durante a pandemia do Covid-19. E o desemprego aumentou, principalmente, para as mulheres negras que ocupavam fun\u00e7\u00f5es de empregadas dom\u00e9sticas.<\/p>\n\n\n\n<p>O Relat\u00f3rio de Transpar\u00eancia salarial revela que as mulheres ganham 20,7% menos do que os homens nas mesmas fun\u00e7\u00f5es, segundo dados da RAIS de 2023 de 50.692 empresas com 100 ou mais trabalhadores no pa\u00eds. Por\u00e9m, quando se faz o recorte por ra\u00e7a, as mulheres negras recebem 50,2% da remunera\u00e7\u00e3o dos homens brancos.&nbsp; O levantamento ainda mostrou que em 42,7% dos estabelecimentos as mulheres pretas ou pardas eram at\u00e9 10% do contingente de trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados da RAIS revelam um uma boa not\u00edcia, a escolaridade vem crescendo para a popula\u00e7\u00e3o brasileira e ainda mais fortemente entre a popula\u00e7\u00e3o com 15 anos e mais. Entre os 2\u00ba trimestres de 2019 e de 2024 diminu\u00edram os n\u00fameros dos que tinham o n\u00edvel m\u00e9dio incompleto e houve claro aumento dos que est\u00e3o com n\u00edvel m\u00e9dio completo ou superior incompleto (com n\u00fameros maiores para homens negros e mulheres negras). Destaque-se o aumento de todos os grupos com superior completo, em especial de mulheres n\u00e3o negras e para as negras.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda sobre os dados do 2\u00ba trimestre, os ocupados eram 101,8 milh\u00f5es de pessoas, 38,6% estavam na informalidade (assalariado sem registro, conta pr\u00f3pria sem CNPJ, emprego dom\u00e9stico sem carteira). Para homens negros a taxa \u00e9 de 44,1%, 9,5% mais que entre homens n\u00e3o negros. J\u00e1 para mulheres negras \u00e9 41%, 9,1% maior que para mulheres n\u00e3o negras.<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa de subocupa\u00e7\u00e3o por insufici\u00eancia de horas trabalhadas ficou em 5,1 milh\u00f5es de pessoas. Somados os subocupados e os desocupados havia 12,6 milh\u00f5es de pessoas nesta condi\u00e7\u00e3o, gerando uma taxa composta de 11,6%, no entanto, esta era de 7,5% para homens n\u00e3o negros e 16,7% para mulheres negras (mais que o dobro).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Jovem negro<\/strong>&nbsp;- Durante o XIV Semin\u00e1rio da Rede de Observat\u00f3rios do Trabalho, com foco na juventude negra, realizado pelo Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego e pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), no dia 7 de novembro, o economista e pesquisador do N\u00facleo de Estudos Raciais do Insper, Alysson Portella, afirmou que os jovens negros t\u00eam taxas de desemprego maiores que os jovens brancos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAssim como toda a popula\u00e7\u00e3o negra em todas as faixas et\u00e1rias, a popula\u00e7\u00e3o jovem negra tende a ter um desempenho pior no mercado de trabalho em compara\u00e7\u00e3o aos jovens brancos\u201d, afirmou. As pesquisas realizadas pelo N\u00facleo de Estudos Raciais apontam que o sal\u00e1rio m\u00e9dio de um trabalhador negro \u00e9 42% menor que o de trabalhadores brancos em 2024. Entre as mulheres, a diferen\u00e7a \u00e9 de 40%.<\/p>\n\n\n\n<p>Portella sugere a constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas universais para reduzir as disparidades regionais, al\u00e9m da valoriza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio-m\u00ednimo e de a\u00e7\u00f5es afirmativas no mercado de trabalho, como as adotadas nos EUA em 1965, que podem aumentar a contrata\u00e7\u00e3o de negros e reduzir as desigualdades raciais em termos de empregabilidade<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho an\u00e1logo \u00e0 escravid\u00e3o<\/strong>&nbsp;-&nbsp;Dados da Coordena\u00e7\u00e3o-Geral de Fiscaliza\u00e7\u00e3o para Erradica\u00e7\u00e3o do Trabalho An\u00e1logo ao de Escravizado e Tr\u00e1fico de Pessoas (CGTRAE), do MTE, aponta que de 2002 a 2024 foram emitidas 25.336 guias de seguro-desemprego para trabalhadores resgatados em situa\u00e7\u00e3o an\u00e1loga \u00e0 escravid\u00e3o. \u201cDas 25.336 guias, 16.902 foram para trabalhadores que se autodeclaram negros ou pardos, representando 66%\u201d, ressalta a auditora-fiscal, Alessandra dos Santos Teixeira. Ela conta que no ano de 2023, das 3.073 guias emitidas, em 2.492 delas os trabalhadores se autodeclararam pretos ou pardos, representando 81% dos resgatados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Zumbi dos Palmares<\/strong>\u00a0-\u00a0O Dia Nacional de Zumbi e da Consci\u00eancia Negra foi institu\u00eddo pela Lei 12519, de 10\/11\/2011, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. O 20 de novembro significa a afirma\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria povo negro no Brasil, especialmente porque reafirma, coloca como um marco hist\u00f3rico a morte de Zumbi, em 1695. Ele era ent\u00e3o o l\u00edder do Quilombo dos Palmares \u2013 situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na regi\u00e3o Nordeste do Brasil. Zumbi nasceu no quilombo, em 1655. Quando crian\u00e7a foi raptado por soldados e doado ao Padre Ant\u00f4nio Melo. No ano de 1670, com apenas quinze anos, fugiu da par\u00f3quia e voltou ao quilombo e depois da morte do l\u00edder poderoso, Ganga-Zumba, se tornou o chefe absoluto na luta contra a sociedade escravocrata. N\u00e3o aceitou ficar sob o julgo da coroa portuguesa, queria a liberdade plena at\u00e9 o fim e em 20 de novembro de 1695, depois de resistir, e lutar contra v\u00e1rias expedi\u00e7\u00f5es militares, ele foi morto.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/trabalho-e-emprego\/pt-br\/noticias-e-conteudo\/2024\/Novembro\/desigualdade-racial-persiste-no-mercado-de-trabalho-brasileiro\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.gov.br\/trabalho-e-emprego\/pt-br\/noticias-e-conteudo\/2024\/Novembro\/desigualdade-racial-persiste-no-mercado-de-trabalho-brasileiro\">MTE<\/a><\/p>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres negras enfrentam taxas de desemprego mais que o dobro das de homens n\u00e3o negros, enquanto negros s\u00e3o maioria entre trabalhadores resgatados de condi\u00e7\u00f5es an\u00e1logas \u00e0 escravid\u00e3o. Nesta quarta-feira (20\/11), comemoraremos o Dia da Consci\u00eancia Negra. 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