{"id":10031,"date":"2019-01-15T11:19:55","date_gmt":"2019-01-15T13:19:55","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=10031"},"modified":"2019-01-15T11:19:55","modified_gmt":"2019-01-15T13:19:55","slug":"metodos-consensuais-ganharam-destaque-em-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/metodos-consensuais-ganharam-destaque-em-2018\/","title":{"rendered":"M\u00e9todos consensuais ganharam destaque em 2018"},"content":{"rendered":"<h2 id=\"resenha\"><em>O CNJ bateu o martelo e definiu quest\u00f5es relevantes para o crescimento da cultura de pacifica\u00e7\u00e3o.<\/em><\/h2>\n<p>Os m\u00e9todos consensuais ganharam for\u00e7a ap\u00f3s as altera\u00e7\u00f5es inclu\u00eddas no <a>CPC<\/a>, em 2015, que tornou obrigat\u00f3ria a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o antes da a\u00e7\u00e3o ingressar na esfera judicial. A expectativa era de reduzir o n\u00famero de processos que est\u00e3o na Justi\u00e7a e, desde ent\u00e3o, vem sendo discutido como aumentar o n\u00famero de acordos e instaurar a cultura de pacifica\u00e7\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-10032 aligncenter\" src=\"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/FD7C777511C89BEA75F83BB618C3BF6DC24E_acorod.png\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"345\" srcset=\"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/FD7C777511C89BEA75F83BB618C3BF6DC24E_acorod.png 600w, https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/FD7C777511C89BEA75F83BB618C3BF6DC24E_acorod-300x173.png 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p><strong>Casos<\/strong><\/p>\n<p>Em 2018, a concilia\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o pararam de ser debatidas e alcan\u00e7aram visibilidade. Um exemplo disso foi a indica\u00e7\u00e3o da ministra Rosa Weber, do STF, para que a concilia\u00e7\u00e3o fosse utilizada entre a Uni\u00e3o e o governo de Roraima, para resolver o impasse sobre o fechamento da fronteira entre Brasil e\u00a0Venezuela.\u00a0Outro caso em que a concilia\u00e7\u00e3o ganhou destaque, foi a decis\u00e3o do TJ\/RR, o qual determinou que os termos de concilia\u00e7\u00e3o deveriam ser escritos na l\u00edngua materna de alguns povos ind\u00edgenas. Pela primeira vez, foi realizada uma audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o em Libras, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p><strong>CNJ<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o CNJ bateu o martelo e definiu algumas quest\u00f5es relevantes para o crescimento da cultura de pacifica\u00e7\u00e3o, como por exemplo, foi determinado que os servidores p\u00fablicos do Poder Judici\u00e1rio n\u00e3o podem desempenhar o papel de mediador extrajudicial, tamb\u00e9m foi definido pelo CNJ que n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria a presen\u00e7a de advogados e defensores p\u00fablicos nos Centros Judici\u00e1rios de Solu\u00e7\u00e3o de Conflitos e Cidadania \u2013 Cejuscs e os honor\u00e1rios de conciliadores e mediadores foram padronizados.<\/p>\n<p>O ano de 2018 terminou com a not\u00edcia de que a concilia\u00e7\u00e3o seria prioridade dos tribunais para este ano.<\/p>\n<p>O conciliador e mediador <strong>Nilton Machado<\/strong>, da\u00a0C\u00e2mara de Concilia\u00e7\u00e3o e Media\u00e7\u00e3o <strong>Vamos Conciliar<\/strong>, acredita que em 2019 haver\u00e1 um ind\u00edce muito grande de pessoas utilizando a concilia\u00e7\u00e3o para solucionar conflitos.<\/p>\n<p><em>&#8220;Ano passado o CNJ definiu quest\u00f5es importantes que v\u00e3o influenciar no crescimento da concilia\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o. Estamos avan\u00e7ando, saindo da fase de discuss\u00f5es de como instaurar a cultura de pacifica\u00e7\u00e3o e colocando em pr\u00e1tica a\u00e7\u00f5es que podem contribuir para progresso dos m\u00e9todos consensuais.&#8221;\u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>Fonte<\/strong>: <a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/Quentes\/17,MI294088,41046-Metodos+consensuais+ganharam+destaque+em+2018\">Migalhas<\/a>\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O CNJ bateu o martelo e definiu quest\u00f5es relevantes para o crescimento da cultura de pacifica\u00e7\u00e3o. Os m\u00e9todos consensuais ganharam for\u00e7a ap\u00f3s as altera\u00e7\u00f5es inclu\u00eddas no CPC, em 2015, que tornou obrigat\u00f3ria a audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o antes da a\u00e7\u00e3o ingressar na esfera judicial. 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