{"id":10215,"date":"2019-01-25T15:45:40","date_gmt":"2019-01-25T17:45:40","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=10215"},"modified":"2019-01-25T15:45:40","modified_gmt":"2019-01-25T17:45:40","slug":"apos-reforma-acoes-trabalhistas-caem-34-em-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/apos-reforma-acoes-trabalhistas-caem-34-em-2018\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s reforma, a\u00e7\u00f5es trabalhistas caem 34% em 2018"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"article-subtitle\">Agora, o empregado que perde a a\u00e7\u00e3o que move na Justi\u00e7a conta a empresa precisa pagar os honor\u00e1rios do advogado do ex-patr\u00e3o<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-10216\" src=\"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/editadas-emprego-veja-com20.jpg\" alt=\"\" width=\"680\" height=\"453\" srcset=\"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/editadas-emprego-veja-com20.jpg 680w, https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/editadas-emprego-veja-com20-300x200.jpg 300w, https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/editadas-emprego-veja-com20-435x290.jpg 435w, https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/editadas-emprego-veja-com20-150x100.jpg 150w, https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/editadas-emprego-veja-com20-370x247.jpg 370w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" \/><\/p>\n<p>O volume de a\u00e7\u00f5es que foram ajuizadas em 2018 caiu 34% em rela\u00e7\u00e3o a 2017, segundo levantamento realizado pelo <a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/noticias-sobre\/tst\/\"><strong>Tribunal Superior do Trabalho (TST)<\/strong><\/a>. O dado \u00e9 importante para avaliar os efeitos da <strong>reforma trabalhista <\/strong>sobre a judicializa\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a do Trabalho, pois 2018 foi o primeiro ano completo de vig\u00eancia das novas regras \u2013 as mudan\u00e7as entraram em vigor em novembro de 2017.<\/p>\n<p>Entre janeiro e dezembro de 2018, as varas de primeira inst\u00e2ncia receberam 1.726.009 reclama\u00e7\u00f5es trabalhistas, contra 2.630.522 do mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/p>\n<p>Especialistas atribuem a queda no volume de a\u00e7\u00f5es ajuizadas \u00e0 cobran\u00e7a dos honor\u00e1rios de sucumb\u00eancia introduzida pela reforma. Agora, se perde o processo, o trabalhador precisa pagar o advogado do ex-patr\u00e3o. Antes, essa obriga\u00e7\u00e3o reca\u00eda somente nas empresas.<\/p>\n<p><span class=\"il\">Para Danilo<\/span>\u00a0Pieri Pereira, especialista em Direito Empresarial do Trabalho e s\u00f3cio do Baraldi M\u00e9lega Advogados, os honor\u00e1rios impediram que trabalhadores entrassem com a\u00e7\u00f5es infundadas. \u201cAntes, como n\u00e3o custava nada, as pessoas entravam por entrar, e se ganhassem algo, era lucro.\u00a0 Logo, quando h\u00e1 um custo, a diminui\u00e7\u00e3o no n\u00famero de a\u00e7\u00f5es \u00e9 natural\u201d, afirmou.<\/p>\n<p><strong>Fonte: <a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/economia\/apos-reforma-trabalhista-acoes-trabalhistas-caem-34-em-2018\/\">Veja<\/a><\/strong>\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Agora, o empregado que perde a a\u00e7\u00e3o que move na Justi\u00e7a conta a empresa precisa pagar os honor\u00e1rios do advogado do ex-patr\u00e3o O volume de a\u00e7\u00f5es que foram ajuizadas em 2018 caiu 34% em rela\u00e7\u00e3o a 2017, segundo levantamento realizado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). 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