{"id":7846,"date":"2018-07-26T17:38:03","date_gmt":"2018-07-26T20:38:03","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=7846"},"modified":"2018-07-26T17:38:03","modified_gmt":"2018-07-26T20:38:03","slug":"confederacao-questiona-norma-do-tst-que-preve-aplicacao-do-bacenjud-ao-processo-do-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/confederacao-questiona-norma-do-tst-que-preve-aplicacao-do-bacenjud-ao-processo-do-trabalho\/","title":{"rendered":"Confedera\u00e7\u00e3o questiona norma do TST que prev\u00ea aplica\u00e7\u00e3o do BacenJud ao processo do trabalho"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\tA Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT) busca a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade de dispositivo da Instru\u00e7\u00e3o Normativa 39\/2016 do TST que determina a aplica\u00e7\u00e3o de sistem\u00e1tica do CPC\/2015 ao processo do trabalho.<\/p>\n<p>Foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) norma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que prev\u00ea a utiliza\u00e7\u00e3o, no processo do trabalho, de dispositivos do C\u00f3digo de Processo Civil (CPC) de 2015 que regulamentam a penhora de dinheiro em dep\u00f3sito ou em aplica\u00e7\u00e3o financeira (por meio do sistema BacenJud). A mat\u00e9ria \u00e9 tema da A\u00e7\u00e3o Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5974, ajuizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT).<\/p>\n<p>Conforme a a\u00e7\u00e3o, o artigo 3\u00ba, inciso XIX, da Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) 39\/2016 do TST determina a aplica\u00e7\u00e3o da sistem\u00e1tica do artigo 854 do CPC\/2015 ao processo do trabalho, autorizando o juiz do Trabalho, a requerimento da parte interessada, a determinar \u00e0s institui\u00e7\u00f5es financeiras o bloqueio de ativos financeiros existentes em nome do devedor. Para a confedera\u00e7\u00e3o, ao editar a norma, o TST violou o princ\u00edpio da legalidade, uma vez que Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT), ao dispor sobre atos de constri\u00e7\u00e3o patrimonial nas demandas trabalhistas, n\u00e3o prev\u00ea a possibilidade de bloqueio de contas do executado.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o cabe ao TST, por meio de instru\u00e7\u00e3o normativa editada por resolu\u00e7\u00e3o, extrapolar os limites legais\u201d, sustenta a CNT. A entidade alega tamb\u00e9m invas\u00e3o da compet\u00eancia privativa da Uni\u00e3o para legislar sobre direito processual, bem como transgress\u00e3o \u00e0 garantia do direito \u00e0 propriedade privada, do devido processo legal, da ampla defesa e do contradit\u00f3rio.<\/p>\n<p>A CNT ressalta que, sem autoriza\u00e7\u00e3o legal, a IN 39\/2016 confere \u00e0 Justi\u00e7a do Trabalho o poder indiscriminado de bloquear, unilateralmente, os bens do executado por d\u00e9bitos trabalhistas.<\/p>\n<p><b>Pedidos<\/b><\/p>\n<p>A autora da ADI pede a concess\u00e3o de medida cautelar para suspender os efeitos do artigo 3\u00ba, inciso XIX, da IN 39\/2016 do TST, editada pela Resolu\u00e7\u00e3o 203\/2016. No m\u00e9rito, requer a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade do dispositivo questionado. O ministro Ricardo Lewandowski \u00e9 o relator da a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0Supremo Tribunal Federal\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Transporte (CNT) busca a declara\u00e7\u00e3o de inconstitucionalidade de dispositivo da Instru\u00e7\u00e3o Normativa 39\/2016 do TST que determina a aplica\u00e7\u00e3o de sistem\u00e1tica do CPC\/2015 ao processo do trabalho. 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