{"id":8082,"date":"2018-08-13T11:42:06","date_gmt":"2018-08-13T14:42:06","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=8082"},"modified":"2018-08-13T11:42:06","modified_gmt":"2018-08-13T14:42:06","slug":"gestante-dispensada-no-fim-do-contrato-de-aprendizagem-tem-direito-a-estabilidade-provisoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/gestante-dispensada-no-fim-do-contrato-de-aprendizagem-tem-direito-a-estabilidade-provisoria\/","title":{"rendered":"Gestante dispensada no fim do contrato de aprendizagem tem direito \u00e0 estabilidade provis\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\tA Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o direito \u00e0 estabilidade provis\u00f3ria a uma aprendiz da Inbrands S.A. que estava gr\u00e1vida quando foi dispensada na data estabelecida para o fim do contrato de dois anos. A decis\u00e3o segue o entendimento do TST de que a gestante tem direito \u00e0 estabilidade mesmo quando for admitida mediante contrato por tempo indeterminado.<\/p>\n<p>O pedido de estabilidade da aprendiz havia sido julgado procedente pelo ju\u00edzo da 14\u00aa Vara do Trabalho de S\u00e3o Paulo (SP), mas o Tribunal Regional do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o (SP) afastou o direito \u00e0 estabilidade. Para o TRT, o fato de o contrato de aprendizagem ser por prazo determinado inibiria a aplica\u00e7\u00e3o da garantia prevista no artigo 10, inciso II, al\u00ednea &#8220;b&#8221;, do Ato das Disposi\u00e7\u00f5es Constitucionais Transit\u00f3rias (<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/constituicao\/constituicao.htm#adct\">ADCT<\/a>). Dessa forma, segundo o Tribunal Regional, a extin\u00e7\u00e3o do contrato se consumaria pelo decurso do prazo ajustado entre as partes.<\/p>\n<p>Nas raz\u00f5es do recurso de revista, a trabalhadora, com base no item III da\u00a0<a href=\"http:\/\/brs02.tst.jus.br\/cgi-bin\/nph-brs?d=BLNK&amp;s1=244&amp;s2=bden.base.&amp;pg1=NUMS&amp;u=http:\/\/www.tst.gov.br\/jurisprudencia\/brs\/nspit\/nspitgen_un_pix.html&amp;p=1&amp;r=1&amp;f=G&amp;l=0\">S\u00famula 244<\/a>\u00a0do TST, sustentou que a garantia \u00e0 estabilidade tamb\u00e9m se aplica ao contrato de aprendizagem, por ser uma modalidade de contrato por tempo determinado.<\/p>\n<p>O relator do recurso, ministro Jo\u00e3o Batista Brito Pereira, explicou que o TST adotou entendimento de que a empregada gestante tem direito \u00e0\u00a0estabilidade provis\u00f3ria prevista no ADCT \u201cmesmo na hip\u00f3tese de admiss\u00e3o mediante contrato por tempo determinado, inclusive em se tratando de contrato de aprendizagem\u201d. Esse posicionamento tem sido confirmado por precedentes de diversas Turmas do Tribunal.<\/p>\n<p>Com esses fundamentos, a Quinta Turma deu provimento ao recurso para restabelecer a senten\u00e7a quanto ao tema relativo \u00e0\u00a0estabilidade da gestante.<\/p>\n<p>(LT\/CF)<\/p>\n<p>Processo:\u00a0<a href=\"http:\/\/aplicacao4.tst.jus.br\/consultaProcessual\/consultaTstNumUnica.do?conscsjt=&amp;numeroTst=1000028&amp;digitoTst=05&amp;anoTst=2016&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=02&amp;varaTst=0714&amp;consulta=Consultarr\">RR-1000028-05.2016.5.02.0714<\/a><\/p>\n<p>Fonte: Tribunal Superior do Trabalho\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o direito \u00e0 estabilidade provis\u00f3ria a uma aprendiz da Inbrands S.A. que estava gr\u00e1vida quando foi dispensada na data estabelecida para o fim do contrato de dois anos. A decis\u00e3o segue o entendimento do TST de que a gestante tem direito \u00e0 estabilidade mesmo quando for&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8083,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[55,47],"tags":[],"class_list":["post-8082","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8082"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8082"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8082\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8083"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8082"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8082"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8082"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}