{"id":8121,"date":"2018-08-20T12:13:07","date_gmt":"2018-08-20T15:13:07","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=8121"},"modified":"2018-08-20T12:13:07","modified_gmt":"2018-08-20T15:13:07","slug":"recuperacao-de-credito-sem-ir-a-justica-e-possivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/recuperacao-de-credito-sem-ir-a-justica-e-possivel\/","title":{"rendered":"Recupera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito sem ir \u00e0 Justi\u00e7a, \u00e9 poss\u00edvel?"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\tO protesto de t\u00edtulos \u00e9 alternativa para recuperar valores de forma a evitar a judicializa\u00e7\u00e3o da cobran\u00e7a. Qualquer documento de d\u00edvida pode ser protestado, tais como contratos de aluguel, duplicatas, cheques, notas promiss\u00f3rias, encargos condominiais, entre outros.<\/p>\n<p>O protesto de t\u00edtulos \u00e9 um ato informal atrav\u00e9s do qual se comprova a inadimpl\u00eancia e o n\u00e3o cumprimento de uma obriga\u00e7\u00e3o de pagamento originada em t\u00edtulos, seja de uma pessoa f\u00edsica, jur\u00eddica, p\u00fablica ou privada.<\/p>\n<p><strong>Otimizado<\/strong><\/p>\n<p>Para que seja feito esse tipo de cobran\u00e7a, o credor deve comparecer a um cart\u00f3rio de protestos de t\u00edtulos, levando seus documentos pessoais e o t\u00edtulo a ser protestado. O d\u00e9bito a ser cobrado deve estar vencido e n\u00e3o pago pelo devedor.<\/p>\n<p>Por meio do protesto, o devedor \u00e9 intimado pelo cart\u00f3rio para realizar o pagamento do d\u00e9bito sob pensa de inscri\u00e7\u00e3o do devedor nos servi\u00e7os de registro de inadimplentes.<\/p>\n<p>A Lei 9.492\/97, que regulamenta os servi\u00e7os de protestos de t\u00edtulos, estabelece que o protesto ser\u00e1 registrado em tr\u00eas dias \u00fateis, contados do protocolo do t\u00edtulo ou do documento de d\u00edvida.<\/p>\n<p>Mas al\u00e9m do protesto de t\u00edtulos, h\u00e1 tamb\u00e9m a possibilidade de protesto de senten\u00e7as condenat\u00f3rias transitadas em julgado nas situa\u00e7\u00f5es de d\u00edvidas judicializadas.<\/p>\n<p>Ao protestar a senten\u00e7a transitada em julgado, o credor ir\u00e1 indicar o valor da d\u00edvida para que o cart\u00f3rio notifique o devedor para quita\u00e7\u00e3o do d\u00e9bito no prazo de tr\u00eas dias. N\u00e3o havendo o pagamento no prazo, \u00e9 lavrado o protesto e o nome do devedor \u00e9 inscrito nos servi\u00e7os de prote\u00e7\u00e3o ao cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>Caso seja voc\u00ea o devedor \u00e9 bom saber que no ano de 2018 houve o estabelecimento de procedimentos para que os cart\u00f3rios de protestos ofere\u00e7am servi\u00e7os de concilia\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o, a qual se caracteriza por uma negocia\u00e7\u00e3o intermediada por terceiro imparcial de modo a proporcional solu\u00e7\u00e3o do conflito.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> Mais Minas\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O protesto de t\u00edtulos \u00e9 alternativa para recuperar valores de forma a evitar a judicializa\u00e7\u00e3o da cobran\u00e7a. Qualquer documento de d\u00edvida pode ser protestado, tais como contratos de aluguel, duplicatas, cheques, notas promiss\u00f3rias, encargos condominiais, entre outros. O protesto de t\u00edtulos \u00e9 um ato informal atrav\u00e9s do qual se comprova a inadimpl\u00eancia e o n\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8122,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[55,47],"tags":[],"class_list":["post-8121","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8121"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8121"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8121\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8122"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8121"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8121"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}