{"id":8143,"date":"2018-08-24T14:20:33","date_gmt":"2018-08-24T17:20:33","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=8143"},"modified":"2018-08-24T14:20:33","modified_gmt":"2018-08-24T17:20:33","slug":"reconhecimento-de-uniao-estavel-e-condicao-obrigatoria-para-a-concessao-de-pensao-por-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/reconhecimento-de-uniao-estavel-e-condicao-obrigatoria-para-a-concessao-de-pensao-por-morte\/","title":{"rendered":"Reconhecimento de uni\u00e3o est\u00e1vel \u00e9 condi\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria para a concess\u00e3o de pens\u00e3o por morte"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\tPor unanimidade, a 2\u00aa Turma do TRF 1\u00aa Regi\u00e3o negou o pedido da autora para que lhe fosse concedida pens\u00e3o por morte de seu companheiro, falecido em 31\/10\/2012. Na decis\u00e3o, o relator, juiz federal C\u00e9sar Cintra Jatahy, destacou n\u00e3o haver nos autos prova de que o falecido tenha se separado de sua esposa, raz\u00e3o pela qual a concubina n\u00e3o faz jus ao rateio dos valores.<\/p>\n<p>Na apela\u00e7\u00e3o, a autora argumentou ter preenchido todos os requisitos necess\u00e1rios para a concess\u00e3o do benef\u00edcio. Para o magistrado, no entanto, as testemunhas da esposa mencionaram que o falecido e ela viviam harmoniosamente at\u00e9 a data do \u00f3bito. J\u00e1 as testemunhas apresentadas pela autora foram imprecisas em suas declara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O relator ainda explicou que o reconhecimento da uni\u00e3o est\u00e1vel, condi\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria para a concess\u00e3o do benef\u00edcio da pens\u00e3o por morte, pressup\u00f5e a inexist\u00eancia de impedimentos para o casamento. \u201cEm outras palavras, \u00e9 dado \u00e0 companheira de homem casado, mas separado de fato ou de direito, divorciado ou vi\u00favo, o direito na participa\u00e7\u00e3o nos benef\u00edcios previdenci\u00e1rios e patrimoniais decorrentes de seu falecimento, concorrendo com a esposa, ou at\u00e9 mesmo excluindo-a da participa\u00e7\u00e3o. Todavia, este n\u00e3o \u00e9 o caso dos autos, pois n\u00e3o h\u00e1 provas da separa\u00e7\u00e3o de fato entre o falecido e da segunda r\u00e9, o que impede a configura\u00e7\u00e3o da autora como companheira\u201d, ponderou.<\/p>\n<p>\u201cUni\u00e3o est\u00e1vel n\u00e3o comprovada. N\u00e3o h\u00e1 provas da separa\u00e7\u00e3o de fato entre o falecido e a segunda r\u00e9, com que ele era casado e convivia maritalmente, o que impede a configura\u00e7\u00e3o de outra mulher como companheira\u201d, concluiu o relator.<\/p>\n<p>Processo n\u00ba 0016479-58.2017.4.01.9199\/MG<\/p>\n<p>Fonte: TRF1\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por unanimidade, a 2\u00aa Turma do TRF 1\u00aa Regi\u00e3o negou o pedido da autora para que lhe fosse concedida pens\u00e3o por morte de seu companheiro, falecido em 31\/10\/2012. Na decis\u00e3o, o relator, juiz federal C\u00e9sar Cintra Jatahy, destacou n\u00e3o haver nos autos prova de que o falecido tenha se separado de sua esposa, raz\u00e3o pela&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8144,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[55,47],"tags":[],"class_list":["post-8143","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8143"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8143"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8143\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8144"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8143"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8143"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8143"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}