{"id":86237,"date":"2023-09-11T13:24:02","date_gmt":"2023-09-11T16:24:02","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=86237"},"modified":"2023-09-11T13:24:45","modified_gmt":"2023-09-11T16:24:45","slug":"tst-mantem-penhora-de-imovel-alugado-para-pagamento-de-divida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/tst-mantem-penhora-de-imovel-alugado-para-pagamento-de-divida\/","title":{"rendered":"TST mant\u00e9m penhora de im\u00f3vel alugado para pagamento de d\u00edvida"},"content":{"rendered":"\n<p>Segundo colegiado, n\u00e3o foi provado que renda da loca\u00e7\u00e3o se destinava \u00e0 subsist\u00eancia ou \u00e0 moradia familiar da s\u00f3cia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mantida penhora de Im\u00f3vel de s\u00f3cia de microempresa locadora de ve\u00edculos para pagamento de d\u00edvidas trabalhistas. Na decis\u00e3o, a 6\u00aa turma do TST concluiu que, embora o apartamento estivesse alugado, n\u00e3o foi demonstrado que a renda da loca\u00e7\u00e3o fosse destinada \u00e0 subsist\u00eancia ou \u00e0 moradia familiar da s\u00f3cia, o que afastou sua impenhorabilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A microempresa havia sido condenada, com outras duas do mesmo grupo, ao pagamento de diversas parcelas a uma trabalhadora em raz\u00e3o do reconhecimento de v\u00ednculo de emprego.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na execu\u00e7\u00e3o da senten\u00e7a, a penhora recaiu sobre o apartamento da s\u00f3cia em Porto Alegre\/RS que estava alugado para um terceiro.&nbsp;A s\u00f3cia tentou suspender a penhora argumentando que era seu \u00fanico im\u00f3vel e, portanto, bem de fam\u00edlia, que \u00e9 impenhor\u00e1vel. Tanto o ju\u00edzo de 1\u00ba grau quanto o TRT da 4\u00aa regi\u00e3o rejeitaram a pretens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contrato inv\u00e1lido<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o TRT, a s\u00f3cia n\u00e3o morava no apartamento em Porto Alegre\/RS, alugado por R$ 400. Na realidade, ela residia no Rio de Janeiro\/RJ, onde pagava R$ 2,5 mil de aluguel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao manter a penhora, o TRT considerou inv\u00e1lido o contrato de loca\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o tinha reconhecimento das assinaturas, e o fato de a propriet\u00e1ria n\u00e3o ter apresentado nenhum recibo de aluguel.&nbsp;Tamb\u00e9m foi constatado que a locat\u00e1ria do im\u00f3vel em Porto Alegre\/RS era s\u00f3cia de uma das empresas condenadas e que seu endere\u00e7o residencial era em Florian\u00f3polis\/SC.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Impenhorabilidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O relator do recurso da propriet\u00e1ria, ministro Augusto C\u00e9sar, explicou que o TST tem firmado entendimento de que a impenhorabilidade prevista na lei 8.009\/90 abrange o \u00fanico im\u00f3vel do devedor, mesmo que alugado, desde que a renda do aluguel seja utilizada para a resid\u00eancia da fam\u00edlia em outro im\u00f3vel alugado ou, ainda, para a pr\u00f3pria manuten\u00e7\u00e3o da entidade familiar. No entanto, no caso, essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi demonstrada.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"20694-08.2016.5.04.0029\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Processo: 20694-08.2016.5.04.0029<\/a><br>Veja o <a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/arquivos\/2023\/9\/C0567A41A7A47F_Ag-AIRR-20694-08_2016_5_04_002.pdf\">ac\u00f3rd\u00e3o.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/quentes\/393203\/tst-mantem-penhora-de-imovel-alugado-para-pagamento-de-divida\">Migalhas<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo colegiado, n\u00e3o foi provado que renda da loca\u00e7\u00e3o se destinava \u00e0 subsist\u00eancia ou \u00e0 moradia familiar da s\u00f3cia. Mantida penhora de Im\u00f3vel de s\u00f3cia de microempresa locadora de ve\u00edculos para pagamento de d\u00edvidas trabalhistas. Na decis\u00e3o, a 6\u00aa turma do TST concluiu que, embora o apartamento estivesse alugado, n\u00e3o foi demonstrado que a renda&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":86238,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[55,47],"tags":[],"class_list":["post-86237","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86237"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86237"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86237\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":86239,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86237\/revisions\/86239"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86238"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86237"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86237"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}