{"id":87714,"date":"2024-08-20T11:15:14","date_gmt":"2024-08-20T14:15:14","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=87714"},"modified":"2024-08-20T11:15:15","modified_gmt":"2024-08-20T14:15:15","slug":"tj-sp-pai-pode-pagar-pensao-so-pelo-filho-vivo-apos-morte-de-outro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/tj-sp-pai-pode-pagar-pensao-so-pelo-filho-vivo-apos-morte-de-outro\/","title":{"rendered":"TJ\/SP: Pai pode pagar pens\u00e3o s\u00f3 pelo filho vivo ap\u00f3s morte de outro"},"content":{"rendered":"\n<p>Desembargador entendeu que morte extingue a obriga\u00e7\u00e3o alimentar.<\/p>\n\n\n\n<p>O desembargador Alcides Leopoldo, do TJ\/SP, concedeu habeas corpus a um pai que, ap\u00f3s o falecimento de um dos filhos, passou a pagar apenas o valor da pens\u00e3o aliment\u00edcia referente ao filho sobrevivente.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O magistrado entendeu que a obriga\u00e7\u00e3o alimentar relativa ao filho falecido se extingue com a sua morte, cabendo ao pai, a partir de ent\u00e3o, pagar apenas o montante correspondente ao filho que ainda depende dos alimentos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Consta nos autos que um pai pagava 6,6 sal\u00e1rios m\u00ednimos de pens\u00e3o aliment\u00edcia \u00e0 m\u00e3e de seus dois filhos.&nbsp;Ap\u00f3s o falecimento de um dos menores, o pai notificou extrajudicialmente a m\u00e3e, informando que passaria a pagar apenas a parte proporcional da pens\u00e3o, correspondente \u00e0 filha sobrevivente, no valor de 3,3 sal\u00e1rios m\u00ednimos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a m\u00e3e, entendendo que o pai deveria continuar a pagar o valor total anteriormente fixado para ambos os filhos, ingressou com a\u00e7\u00e3o de cumprimento de senten\u00e7a, resultando na decreta\u00e7\u00e3o da pris\u00e3o civil do pai por inadimpl\u00eancia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na decis\u00e3o de habeas corpus, o desembargador destacou que, &#8220;por se tratar o percebimento dos alimentos de direito personal\u00edssimo, extingue-se com a morte do alimentado&#8221;, conforme entendimento consolidado do STJ.<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, o relator concedeu a ordem de soltura do homem, ao concluir que n\u00e3o havia inadimpl\u00eancia por parte do pai, j\u00e1 que ele estava cumprindo a obriga\u00e7\u00e3o alimentar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 filha sobrevivente conforme o valor proporcional.<\/p>\n\n\n\n<p>O advogado&nbsp;Luiz Felipe F. da Costa Neves atua pelo pai.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo tramita sob segredo de Justi\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Processo:&nbsp;2242112-29.2024.8.26.0000<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/quentes\/413436\/tj-sp-pai-pode-pagar-pensao-so-pelo-filho-vivo-apos-morte-de-outro\">Migalhas<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desembargador entendeu que morte extingue a obriga\u00e7\u00e3o alimentar. O desembargador Alcides Leopoldo, do TJ\/SP, concedeu habeas corpus a um pai que, ap\u00f3s o falecimento de um dos filhos, passou a pagar apenas o valor da pens\u00e3o aliment\u00edcia referente ao filho sobrevivente.&nbsp;&nbsp; O magistrado entendeu que a obriga\u00e7\u00e3o alimentar relativa ao filho falecido se extingue com&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":87715,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[55,47],"tags":[],"class_list":["post-87714","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87714"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=87714"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87714\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":87716,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/87714\/revisions\/87716"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/87715"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=87714"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=87714"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=87714"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}