{"id":88063,"date":"2024-11-22T09:40:34","date_gmt":"2024-11-22T12:40:34","guid":{"rendered":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/?p=88063"},"modified":"2024-11-22T09:40:35","modified_gmt":"2024-11-22T12:40:35","slug":"artigo-reflexoes-da-escritura-de-inventario-extrajudicial-com-herdeiros-menores-sob-os-auspicios-da-resolucao-cnj-571-24-cesar-henrique-jose-luiz-germano-e-thomas-nosch-goncalves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cnr.org.br\/site\/artigo-reflexoes-da-escritura-de-inventario-extrajudicial-com-herdeiros-menores-sob-os-auspicios-da-resolucao-cnj-571-24-cesar-henrique-jose-luiz-germano-e-thomas-nosch-goncalves\/","title":{"rendered":"Artigo: Reflex\u00f5es da escritura de invent\u00e1rio extrajudicial com herdeiros menores sob os ausp\u00edcios da resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24 &#8211; C\u00e9sar Henrique, Jos\u00e9 Luiz Germano e Thomas Nosch Gon\u00e7alves"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Resumo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este artigo relata e examina a inovadora lavratura de escritura p\u00fablica de invent\u00e1rio extrajudicial envolvendo herdeiros menores, realizada junto ao 1\u00ba Tabeli\u00e3o de Notas de Santo Andr\u00e9, S\u00e3o Paulo, em conformidade com a resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24. A escritura incluiu a partilha dos menores em fra\u00e7\u00f5es ideais de im\u00f3veis, destacando as implica\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas, processuais e doutrin\u00e1rias dessa inova\u00e7\u00e3o normativa, e abordando ainda a quest\u00e3o da eventual extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio entre os herdeiros.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o 571, de 2024, promulgada pelo CNJ, introduziu um marco relevante para o direito sucess\u00f3rio brasileiro ao autorizar invent\u00e1rios extrajudiciais envolvendo herdeiros menores ou incapazes, desde que todos os requisitos legais sejam atendidos e com manifesta\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel do Minist\u00e9rio P\u00fablico1. Essa inova\u00e7\u00e3o normativa visa desburocratizar o sistema e tornar mais c\u00e9lere a partilha de bens, mantendo o rigor protetivo sobre o patrim\u00f4nio de herdeiros vulner\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estrutura normativa e conceito de fra\u00e7\u00e3o ideal\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24 determina que a partilha de bens im\u00f3veis para herdeiros menores seja feita em fra\u00e7\u00f5es ideais, uma medida que se coaduna com o conceito jur\u00eddico de co-propriedade abstrata. A fra\u00e7\u00e3o ideal representa uma propor\u00e7\u00e3o do direito de propriedade sobre um bem indivis\u00edvel, sem segmenta\u00e7\u00e3o f\u00edsica da \u00e1rea, garantindo ao herdeiro a titularidade sobre uma parte proporcional do valor total do bem, conforme sua cota no esp\u00f3lio2. Segundo Guarnera, essa solu\u00e7\u00e3o \u00e9 amplamente vantajosa, pois evita a deprecia\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel e preserva seu valor econ\u00f4mico e jur\u00eddico3. Neste mesmo sentido, Germano, Nalini e Nosch4, inovaram ao defender a divis\u00e3o do patrim\u00f4nio igualmente entre herdeiros. Assim, ainda que um deles fosse incapaz, n\u00e3o haveria qualquer preju\u00edzo. \u00c9 o que acontece na imensa maioria das partilhas, com atribui\u00e7\u00e3o de parte ideal (CC art. 1.784).&nbsp; Raramente os bens s\u00e3o atribu\u00eddos de forma exclusiva ou individual aos herdeiros. Caso ocorra a hip\u00f3tese, a\u00ed se justificar\u00e1 participa\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico e do Poder Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o \u00a71\u00ba do art. 12-A da resolu\u00e7\u00e3o, &#8220;o pagamento do quinh\u00e3o heredit\u00e1rio ou da mea\u00e7\u00e3o do herdeiro menor deve ocorrer em parte ideal de cada bem inventariado&#8221;. Dessa forma, cada menor det\u00e9m uma cota ideal sobre os bens im\u00f3veis do esp\u00f3lio, evitando o fracionamento f\u00edsico que, al\u00e9m de ser oneroso, poderia comprometer o valor do bem5. A escolha da fra\u00e7\u00e3o ideal visa tanto \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio dos herdeiros quanto ao respeito \u00e0 unidade econ\u00f4mica dos im\u00f3veis partilhados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Procedimento de sub-roga\u00e7\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A escritura, lavrada junto ao 1\u00ba Tabeli\u00e3o de Notas de Santo Andr\u00e9, incluiu a sub-roga\u00e7\u00e3o dos dois herdeiros menores em fra\u00e7\u00f5es ideais de bens im\u00f3veis. A sub-roga\u00e7\u00e3o, um mecanismo de substitui\u00e7\u00e3o de titularidade em cotas abstratas, permite que os herdeiros exer\u00e7am seu direito sem que o bem precise ser fragmentado fisicamente. A manifesta\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel do Minist\u00e9rio P\u00fablico foi fundamental para assegurar a conformidade do ato com o princ\u00edpio da prote\u00e7\u00e3o integral dos incapazes, que encontra respaldo no art. 12-A, \u00a73\u00ba, da resolu\u00e7\u00e3o6.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa exig\u00eancia visa a garantir que os valores atribu\u00eddos aos quinh\u00f5es dos herdeiros menores estejam adequados e proporcionais, conforme a titularidade de cada um. A atua\u00e7\u00e3o do MP nesse processo \u00e9 central, pois assegura a prote\u00e7\u00e3o dos direitos dos herdeiros menores e valida a efic\u00e1cia jur\u00eddica da escritura extrajudicial7.<\/p>\n\n\n\n<p>DA NECESSIDADE DE HOMOLOGA\u00c7\u00c3O DO MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO E A CONSEQUENTE CONDI\u00c7\u00c3O DE EFIC\u00c1CIA MINISTERIAL<\/p>\n\n\n\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24 inseriu o art. 12-A na resolu\u00e7\u00e3o CNJ 35\/07, estabelecendo um requisito essencial para que a escritura de invent\u00e1rio e partilha com herdeiros menores seja eficaz: a homologa\u00e7\u00e3o pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico. Este dispositivo refor\u00e7a a garantia de que os direitos dos herdeiros incapazes sejam respeitados e protegidos no \u00e2mbito do invent\u00e1rio extrajudicial. Abaixo, o artigo \u00e9 transcrito, com destaque ao \u00a73\u00ba, que aborda de forma direta a interven\u00e7\u00e3o ministerial:<\/p>\n\n\n\n<p>Art. 12-A. No invent\u00e1rio e na partilha extrajudiciais promovidos em cart\u00f3rio e com a participa\u00e7\u00e3o de menores ou incapazes, a efic\u00e1cia da escritura depender\u00e1 da manifesta\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel do Minist\u00e9rio P\u00fablico, conforme disposto na legisla\u00e7\u00e3o civil e notarial vigente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a71\u00ba Nos casos em que houver incapazes, os bens e direitos dos herdeiros menores devem ser preservados em fra\u00e7\u00f5es ideais, respeitando-se a indivisibilidade e o valor dos bens comuns.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u00a72\u00ba Havendo disposi\u00e7\u00e3o testament\u00e1ria ou nascituro do autor da heran\u00e7a, a lavratura da escritura extrajudicial dever\u00e1 aguardar a confirma\u00e7\u00e3o judicial, nos termos do CC.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u00a73\u00ba A efic\u00e1cia da escritura p\u00fablica do invent\u00e1rio com interessado menor ou incapaz depender\u00e1 da manifesta\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel do Minist\u00e9rio P\u00fablico, devendo o tabeli\u00e3o de notas encaminhar o expediente ao respectivo representante. Em caso de impugna\u00e7\u00e3o pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico ou terceiro interessado, o procedimento dever\u00e1 ser submetido \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o do ju\u00edzo competente.<\/p>\n\n\n\n<p>No contexto do presente invent\u00e1rio, a efic\u00e1cia do neg\u00f3cio jur\u00eddico descrito na escritura \u00e9 subordinada \u00e0 participa\u00e7\u00e3o e \u00e0 anu\u00eancia do Minist\u00e9rio P\u00fablico. Segundo o professor Antonio Junqueira de Azevedo, ao discutir a efic\u00e1cia de atos jur\u00eddicos, n\u00e3o nos referimos a uma efic\u00e1cia pr\u00e1tica imediata, mas sim \u00e0 efic\u00e1cia jur\u00eddica, com \u00eanfase na sua efic\u00e1cia pr\u00f3pria ou t\u00edpica: a dos direitos expressamente manifestados como desejados pelas partes. A doutrina usualmente trata a efic\u00e1cia no \u00e2mbito dos elementos acidentais do neg\u00f3cio jur\u00eddico, que incluem o termo, a condi\u00e7\u00e3o e o modo ou encargo8.<\/p>\n\n\n\n<p>A condi\u00e7\u00e3o, neste caso, exerce um papel de destaque, pois influencia diretamente a efic\u00e1cia do neg\u00f3cio jur\u00eddico, e sua implementa\u00e7\u00e3o est\u00e1 vinculada \u00e0 divis\u00e3o equ\u00e2nime e \u00e0 aus\u00eancia de preju\u00edzos aos herdeiros menores. Trata-se de uma condi\u00e7\u00e3o suspensiva, isto \u00e9, uma condi\u00e7\u00e3o que, enquanto n\u00e3o cumprida, impede que o neg\u00f3cio jur\u00eddico produza efeitos no mundo exterior. Somente com a manifesta\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel do Minist\u00e9rio P\u00fablico, que atesta a regularidade e a justi\u00e7a do ato, os direitos dos menores s\u00e3o integralmente protegidos, e o invent\u00e1rio adquire efic\u00e1cia plena e vinculante.<\/p>\n\n\n\n<p>Pontes de Miranda9, ao explorar o conceito de efic\u00e1cia suspensiva, esclarece que neg\u00f3cios jur\u00eddicos pendentes de efic\u00e1cia operam como causas tempor\u00e1rias de inefic\u00e1cia: embora v\u00e1lidos entre as partes, eles permanecem inoperantes at\u00e9 o cumprimento da condi\u00e7\u00e3o estipulada. Essa observa\u00e7\u00e3o \u00e9 aplic\u00e1vel ao invent\u00e1rio extrajudicial, em que o registro imobili\u00e1rio s\u00f3 poder\u00e1 ocorrer ap\u00f3s a manifesta\u00e7\u00e3o ministerial. Assim, no caso descrito, o Minist\u00e9rio P\u00fablico se manifestou favoravelmente ao plano de partilha apresentado, considerando salvaguardados os interesses dos herdeiros menores, permitindo que a escritura seguisse para registro, validando o ato no plano jur\u00eddico e externo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Eventual extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio e consequ\u00eancias jur\u00eddicas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A atribui\u00e7\u00e3o de fra\u00e7\u00f5es ideais aos herdeiros menores implica a constitui\u00e7\u00e3o de um condom\u00ednio, pois cada herdeiro possui uma parte indivisa do bem. A extin\u00e7\u00e3o desse condom\u00ednio pode ser realizada mediante acordo entre os herdeiros ou por a\u00e7\u00e3o judicial, caso seja necess\u00e1rio dissolver a co-propriedade. A eventual aliena\u00e7\u00e3o ou divis\u00e3o do im\u00f3vel depender\u00e1 da anu\u00eancia de todos os co-propriet\u00e1rios, ou, no caso de herdeiros ainda menores, de autoriza\u00e7\u00e3o judicial espec\u00edfica10.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa possibilidade de extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio \u00e9 uma consequ\u00eancia natural do regime de fra\u00e7\u00f5es ideais, sendo uma forma de viabilizar a individualiza\u00e7\u00e3o da propriedade caso surjam interesses divergentes entre os herdeiros. Tal procedimento, no entanto, deve sempre considerar a prote\u00e7\u00e3o dos interesses dos menores, como disposto na doutrina de Venosa sobre a tutela dos direitos de herdeiros vulner\u00e1veis11.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Considera\u00e7\u00f5es sobre o Impacto da resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O presente caso exemplifica o potencial de aplica\u00e7\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24, que permite uma administra\u00e7\u00e3o patrimonial menos burocr\u00e1tica, alinhada \u00e0s necessidades de uma justi\u00e7a c\u00e9lere e eficiente. A possibilidade de extin\u00e7\u00e3o do condom\u00ednio ap\u00f3s a distribui\u00e7\u00e3o em fra\u00e7\u00f5es ideais garante a flexibilidade na gest\u00e3o do patrim\u00f4nio, possibilitando que os herdeiros possam, no futuro, realizar a divis\u00e3o f\u00edsica ou a aliena\u00e7\u00e3o dos bens, se assim desejarem e com as devidas salvaguardas legais12.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A execu\u00e7\u00e3o deste invent\u00e1rio extrajudicial junto ao 1\u00ba Tabeli\u00e3o de Notas de Santo Andr\u00e9 representa uma aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e eficaz da resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24, proporcionando uma alternativa ao processo judicial, com a devida prote\u00e7\u00e3o dos direitos dos herdeiros menores. A manuten\u00e7\u00e3o em condom\u00ednio e a possibilidade de extin\u00e7\u00e3o deste, conforme os interesses dos herdeiros, contribuem para a valoriza\u00e7\u00e3o e a preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio heredit\u00e1rio, al\u00e9m de promover uma administra\u00e7\u00e3o patrimonial alinhada aos princ\u00edpios da prote\u00e7\u00e3o integral e da fun\u00e7\u00e3o social da propriedade.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>CNJ. resolu\u00e7\u00e3o 571, de 27 de agosto de 2024. Dispon\u00edvel aqui.<\/li>\n\n\n\n<li>Silva, Ant\u00f4nio. Direito das Sucess\u00f5es Contempor\u00e2neo. S\u00e3o Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2024.<\/li>\n\n\n\n<li>IBDFAM. CNJ publica resolu\u00e7\u00e3o que autoriza extrajudicializa\u00e7\u00e3o de div\u00f3rcios e invent\u00e1rios, mesmo com filhos menores e testamentos. Dispon\u00edvel aqui.<\/li>\n\n\n\n<li>Portal Migalhas. CNJ autoriza invent\u00e1rio extrajudicial com herdeiro menor incapaz. Dispon\u00edvel aqui.<\/li>\n\n\n\n<li>Portal Migalhas. Um passo adiante. Dispon\u00edvel aqui.<\/li>\n\n\n\n<li>Guarnera, Roberto. Estudos sobre a Desjudicializa\u00e7\u00e3o e a Efici\u00eancia no Direito Sucess\u00f3rio Brasileiro. S\u00e3o Paulo: Editora Jur\u00eddica, 2024.<\/li>\n\n\n\n<li>Venosa, S\u00edlvio de Salvo. Direito Civil: Sucess\u00f5es. 7. ed. S\u00e3o Paulo: Atlas, 2024.<\/li>\n\n\n\n<li>Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ). Manual Pr\u00e1tico para Implementa\u00e7\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o 571\/24. Bras\u00edlia: CNJ, 2024.<\/li>\n\n\n\n<li>Santos, Maria do Carmo. Prote\u00e7\u00e3o Jur\u00eddica do Menor no Direito Sucess\u00f3rio Brasileiro. Rio de Janeiro: Forense, 2024.<\/li>\n\n\n\n<li>Farias, Cristiano Chaves de; Rosenvald, Nelson. Curso de Direito Civil: Sucess\u00f5es. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2024.<\/li>\n\n\n\n<li>Junqueira de Azevedo, Antonio. Teoria Geral dos Neg\u00f3cios Jur\u00eddicos. S\u00e3o Paulo: Saraiva, 2024.<\/li>\n\n\n\n<li>Pontes de Miranda, Francisco Cavalcanti. Tratado de Direito Privado. Rio de Janeiro:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/coluna\/migalhas-notariais-e-registrais\/420009\/inventario-extrajudicial-com-incapazes-e-a-resolucao-cnj-571-24\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.migalhas.com.br\/coluna\/migalhas-notariais-e-registrais\/420009\/inventario-extrajudicial-com-incapazes-e-a-resolucao-cnj-571-24\">Migalhas<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo Este artigo relata e examina a inovadora lavratura de escritura p\u00fablica de invent\u00e1rio extrajudicial envolvendo herdeiros menores, realizada junto ao 1\u00ba Tabeli\u00e3o de Notas de Santo Andr\u00e9, S\u00e3o Paulo, em conformidade com a resolu\u00e7\u00e3o CNJ 571\/24. 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