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Você sabe a diferença entre inatividade física e comportamento sedentário?

Celebrado em 10 de março, o Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo, que busca conscientizar a população sobre a importância da atividade física regular e os riscos associados à falta de movimento no dia a dia.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma parcela significativa da população mundial não atinge os níveis recomendados de atividade física, o que acende um alerta para os impactos desse comportamento na saúde pública.

Embora frequentemente tratados como sinônimos, sedentarismo e inatividade física não são a mesma coisa.

O comportamento sedentário refere-se a atividades realizadas com baixo gasto energético — até 1,5 METs (Equivalente Metabólico da Tarefa) — geralmente em posições sentada, reclinada ou deitada, como assistir televisão, trabalhar ao computador ou dirigir.

Já a inatividade física ocorre quando uma pessoa não atinge as recomendações mínimas de atividade física estabelecidas por órgãos de saúde.

Segundo a OMS, adultos devem praticar entre 150 e 300 minutos semanais de atividade física aeróbica de intensidade moderada, ou entre 75 e 150 minutos de intensidade vigorosa. Para crianças e adolescentes, a recomendação é de, em média, 60 minutos diários de atividade moderada a vigorosa.

A combinação entre comportamento sedentário prolongado e baixos níveis de atividade física está associada ao aumento do risco de diversas doenças crônicas, como hipertensão, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer, além de impactos negativos na saúde mental.

A permanência prolongada sentado, por exemplo, pode provocar alterações metabólicas e circulatórias que se desenvolvem de forma silenciosa ao longo do tempo, elevando o risco de complicações futuras.

Dados institucionais reforçam esse cenário. Em pesquisa realizada pelo programa TST em Movimento, em 2024, mais da metade dos participantes relatou permanecer sentada durante grande parte do dia. Por outro lado, a maioria afirmou adotar pausas ativas ao longo da jornada, o que contribui para reduzir os efeitos do comportamento sedentário.

Interromper longos períodos sentado é uma medida simples e eficaz. Pequenas mudanças na rotina — como levantar-se regularmente, caminhar por alguns minutos, optar por escadas ou realizar alongamentos — ajudam a reduzir riscos e melhorar o bem-estar.

Além disso, a prática regular de atividade física traz benefícios amplos: melhora da saúde cardiovascular, controle do peso, fortalecimento muscular, redução do estresse e aumento da qualidade de vida.

A intensidade da atividade física pode variar:

  • Leve: exige pouco esforço e causa pequenas alterações na respiração;
  • Moderada: aumenta o ritmo respiratório e os batimentos cardíacos;
  • Vigorosa: exige esforço elevado e acelera significativamente a respiração e o coração.

Mais do que incorporar exercícios à rotina, é fundamental reduzir o tempo em comportamento sedentário. Pequenas escolhas diárias fazem diferença significativa na promoção da saúde e na prevenção de doenças.

É nesse contexto que a Confederação Nacional de Notários e Registradores (CNR) lança o programa CNR Saúde, uma iniciativa que reúne, em um único ecossistema, ferramentas, conteúdos e suporte técnico voltados à saúde mental, ao desenvolvimento humano e à adequação dos cartórios às exigências da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01).

O programa surge em resposta direta ao aumento dos afastamentos e à crescente pressão por ambientes laborais mais seguros, humanos e alinhados às novas regras do Ministério do Trabalho.

Manter-se ativo é, acima de tudo, um compromisso contínuo com a própria qualidade de vida.

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